ROMA, 22/10/2008
O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disse nesta terça-feira que é oficial a sua proposta de incluir a presença de países emergentes como Brasil, China, Índia e México na próxima reunião de cúpula do G8 -- o grupo dos países mais industrializados do mundo, mais a Rússia --, que acontece em 2009.
"Já é oficial. Falei por telefone com [o presidente dos Estados Unidos, George W.] Bush e outros colegas, e é definitiva a decisão de convocar para o G8 Índia, China, Egito, África do Sul, México e Brasil", explicou o premier em um discurso feito ontem em Nápoles, sul da Itália. Berlusconi também cogitou a inclusão da Austrália.
Para o chefe de Governo italiano, um G8 ampliado, apelidado por ele de "Super G", teria mais condições de estabelecer bons níveis de governança para a economia global.
"Até hoje, o G8 era representado por países que somam 50% da economia mundial, mas queremos chegar a 80%", disse ele. Dessa forma, prosseguiu, o "Super G" se tornaria a instituição à qual os países poderiam se dirigir ou recorrer para "assegurar a governança da economia mundial".
Berlusconi criticou ainda a ONU, o Banco Mundial e o FMI, instituições que para ele são demasiadamente burocráticas.
A Itália assumirá em janeiro a presidência de turno do G8, e há meses trabalha para ampliar o grupo com a inclusão de algumas economias emergentes.
ANSA
O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disse nesta terça-feira que é oficial a sua proposta de incluir a presença de países emergentes como Brasil, China, Índia e México na próxima reunião de cúpula do G8 -- o grupo dos países mais industrializados do mundo, mais a Rússia --, que acontece em 2009.
"Já é oficial. Falei por telefone com [o presidente dos Estados Unidos, George W.] Bush e outros colegas, e é definitiva a decisão de convocar para o G8 Índia, China, Egito, África do Sul, México e Brasil", explicou o premier em um discurso feito ontem em Nápoles, sul da Itália. Berlusconi também cogitou a inclusão da Austrália.
Para o chefe de Governo italiano, um G8 ampliado, apelidado por ele de "Super G", teria mais condições de estabelecer bons níveis de governança para a economia global.
"Até hoje, o G8 era representado por países que somam 50% da economia mundial, mas queremos chegar a 80%", disse ele. Dessa forma, prosseguiu, o "Super G" se tornaria a instituição à qual os países poderiam se dirigir ou recorrer para "assegurar a governança da economia mundial".
Berlusconi criticou ainda a ONU, o Banco Mundial e o FMI, instituições que para ele são demasiadamente burocráticas.
A Itália assumirá em janeiro a presidência de turno do G8, e há meses trabalha para ampliar o grupo com a inclusão de algumas economias emergentes.
ANSA
Nenhum comentário:
Postar um comentário